Teus beijos na minha nuca,
a pele e a resposta em arrepios.
Um comando, a mão dessa vez manejando
meu quadril para o seu... Bocas que se abrem,
olhos que se fecham e a chance de te devorar chega.
Esse Blog me faz sentir um obrigação em criar algo, razoável mas a ponto quem minha falsa intuitiva modéstia me permita crer que o divulgue aqui. Por tanto penso, que ao falar isso, assim subliminarmente meio que parecendo uma brincadeira de dois gumes faz-me ver que tudo na vida que levo e faço têm a máscara que escolho Ter.

E dizer que não sou menos do que você possa supôr, sempre serei mais. Levo a vida a flor da pele, sou latina americana, tenho meus fantasmas e ultimamente um nó na garganta, que finca e remói pela ância de dizer a quem queira saber por mim, quem eu sou. Exausta de segurar o escudo pesado da incerteza de me calar e deixar pra lá, em me importar e fazer trincar. Sou um sorriso escancarado e uma conversa que pega no teu ponto mais faco, de uma forma mansa , faço qualquer um entender que o quê você prefere pensar de mim não é nem de longe o que vem de mim, já disse isso antes: “Posso ser sob qualquer circunstancia a Montanha, basta que Maomé me peça que eu seja” E, trocando em miúdos, Vou aí, se me chamar!
Era uma vez uma Menina e seu Primeiro amor... Ela o conheceu na escola e com uma rapidez incrível se tornaram bons amigos não se sabe em qual momento, se apaixonaram um pelo outro mas nenhum dos dois sabia como lidar com isso, e continuaram a se tratar como amigo embora mais hostís, mas ainda sim,um pouco mais permissivos ao flerte! (...) Em um belo dia eles e seus colegas de escola , resolvem ir passar o final de semana no sítio e mesmo que houvesse horas do dia em que eles se encontravam sozinhos, o tema sítio parecia trazer algo mais. Como de fato, ele tinha uma namorada mas não a levou e ela, torcia pra isso. Chegou a noite hora de todos arranjarem seus lugares pra dormir, e Ela que tinha a fama de ser muito medrosa não ia parecer nada estranho que alguém fizesse a gentileza de dormir ao lado dela e naquele caso, o Garoto magro viria bem a calhar. Como foi, os colocaram pra dormir juntos e a noite se encarregou de aproximá-los, então bem próximos, surge o primeiro beijo, e mais alguns temperados com os abraços mais adoráveis trocados. Dormem e na cabeça fica a sensação de desejo realizado, ou parte dele, mas também fica a preocupação de como lidariam com o dia seguinte. Chega a hora de voltar pra casa passam-se os dias na escola e as coisas acontecem como teriam de acontecer, ele termina o namorico, eles se declaram e ficam juntos, namorando dessa vez! Com alguns contra, outros a favor vão seguindo, com o amor mais recíproco e verdadeiro sentido por ela. Só que o tempo passa e a rotina mesmo pra um casal de 16 anos traz a força que o tempo sempre traz, Ai surgiram as descordâncias. Dessa vez, com o colegial já terminado e os monstros da resposnabilidade crescendo junto, ela tinha planos que ele não fazia muito força pra realizar. Pra ele, do jeito que estava, era bom e ele não era muito de arriscar, procurar mais. E pra ela, o Amor mais puro que vivera não estava sendo o suficiente, e por motivos que na hora , ela so soube arremessar a ele, pelo fato de não ter coragem suficiente de admitir que ela não queria ficar so alí e que não estava conseguindo vê-lo ao lado dela nos sonhos futuros.Por opniões que ela havia plantado na cabeça a fazendo mascarar com covardia, passando a enxergar defeitos nele que até então não era problema nenhum, mas passara a ser pois ia lhe servir de argumeto, uma espécie de álibe. Ela, com suas atitudes meramente covardes não foi capaz de se despôr a dá um fim no relacionamento, fez com que ele o fizesse. Mesmo havendo amor, os tais desejos falara mais alto e ela seguiu com lágrimas e medo diante do que estava prestes a fazer: Não ser capaz de lutar por ele. E assim isso feito um veneno de cobra que lhe dá o bote que mesmo com a dor e o reconhecimento de qual cobra foi que lhe picou, você não consegue evitar que o veneno se espalhe pelo resto do corpo. A dose foi sucinta, deixando sequélas e nesse caso, cruel o suficiente pra não matá-la.
“Não te irrites, por mais que te fizerem. Estuda a frio o coração alheio. Farás, assim, do mal que eles te querem, teu mais amável de sutil recreio.” (...) Eu o faço, sigo, rezo esse dizer como quem segue o incostante medo de me perder, de novo. Posso aqui, agora citar um traçado com potinhos pra você cobrir e ao falar de Uma pesssoa , você verá se quiser, como as histórias se repetem e se designam a um turbilhão de coisas maiores e mais fortes. Pois bem, vou falar de Conquista, Cobiça, Ego, Trair Seus Próprios Isntintos . Confiar numa coisa sem expecativa paupável. Lá vem Ele, entrando na sua vida. Vem como um amigo, a forma basicamente mais linda, e não se esqueça ele está Mascarado você não sabia, até que começa a conquista subtendida, de uma forma escuza pois as coisas ainda não podem acontecer, o que não siginifica que não acontecerá. Já era, se entregou ao tal sentimento, ao abraço e todo o resto. Não fugindo da questão Ego/Mulher/Ego vem o ciúmes dele, de uma forma que se você nunca teve, sempre sonhou, de uma forma louca. Ele expressar que tem medo de perdê-la, que vive por você. Aí acaba, não do nada, mas da certeza dele, aquela que o faz ter garantias que a presa tá rendida. Passa a ser sua vez, totalmente despida do medo de não ter mais os olhos dele em você, você se lança a uma eterna paranóia, atitudes infantis e não menos sinceras de que alguma coisa está errada, aquela atenção que era voltada a você, ta se disipando e Ele,vem com a pergunta que fará parte de você agora: Você tá louca? Sim, você está. Vai acabar, você vai chorar mas depois ficará pior. Quando acabar, nas mãos dele estará seu coração, seus medos, segredos, sabor tudo alí na mesa , exposta por ele ao mostra o que conquistou e como jogou fora. Virá a falta de respeito, antes disso o silêncio e o pior de tudo, ele sairá de você fazendo você crêr que ainda tem história a ser escrita que o "ponto final" nunca foi dito, você terá que VER.
Questão mais ou menos de Doze Meses atrás... Enquanto eu ocilava e ociava entre crescer e ficar plana. Quando as alfinetadas surgiam e os boatos falso testemunhos sobre mim, recaíam como luva pra vida de alguns. Eu nada alardiei, me limitei a sussurrar desfafos, não me moví no que se refere a Devolver Tapas. Muita coisa nesse tempo mudou, o roteiro foi reescrito e seguirá assim. Hoje dou-me e Me Viver sempre que penso em fazê-lo.