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quinta-feira, 17 de março de 2011

Ao sabor do acaso.


Para o ano... Desejo que todos os sabores sejam maravilhosos, um superando o outro. Tenhas cor, prefira a luz mesmo que da lua, assim como eu. Tome tudo que lhe for benéfico e dê também, faz bem. Cada cor tem seu sabor e cada apreciação sua reciprocidade. Elogie só o necessário, mas com o sentimento mais sincero possível. Aí, tudo flúi melhor, quiça até feliz!

Pouca Vogal, pra mim.




Quem dera todos os dias fossem assim...
De ego, agradecimento, sentimento bom, energia positiva, de verdade, de satisfação garantida,
de rir, de sentir o coração bater bonito e as pessoas sentirem o batucar só de olhar, que fosse de ligar, mandar mensagem e isso bastar, porque o orgulho que se exploda eu quero mais é simplesmente O Sentir. Que bom seria se todas as vidas, as minhas melodias fossem bem Humberto Gessinguer vividas. ...

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Como se fosse.


Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem lembro, a perguntas sem respostas, a respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei. Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto.


Não sei.

Eu sou, acordar de madrugada chorando. Porque não posso fazer nada pelo meu pai, nada que tecnicamente sirva. Sou o medo terrível que minha mãe arranhe o dedinho mindinho dela, em conseqüência à sensação de incapacidade em relação a primeira frase. E mesmo assim não conseguir voltar pra casa... Eu sou dar vinho e chocolates de presente de natal pra amigas e perceber que machos, sempre eles, vão por um motivo ou dois, ser inexoravelmente, maiores do que essa infame chamada amizade. Ou não. Eu sou, definitivamente, não discutir com mais ninguém, porque cansa. E deixar pra lá, embora pareça frio é bem menos trabalhoso. Eu sou não gostar mais nem um pingo sequer do natal. Porque é bom com a família: pai e mãe, reunidos. E enfim heim... Sendo que por isso tenho mais tempo pra pensar nos que estão na sarjeta enquanto o que mais vejo é comida e desperdício, podendo não ser. Eu sou sentir alívio quando o ano novo chega, sem nem saber porque. Mas, eu também sou fazer pintinha em quem se atrever fazer peitinho em mim. Sou dançar feito uma tapada com mulecagem quando tem alguém comigo, só porque eu sei que vai morrer de vergonha. Eu sou simular posições (ram) quando estão querendo falar sério comigo. Menos quando é minha mãe, eita, ela tem orkut. Sou conversar com aqueles manequins cada vez mais vivos das lojas e adorar quando vejo alguém me olhando como se eu estivesse no lugar errado. Eu sou responder verdade com sarcasmo, sempre. Ex.: Lay, vamos sair?! - Haaa, eu tenho dois reais todinho, mas um rebolado que dá gosto, paga? Sou sorrir até fazer xixi nas calças e so parar porque tô com nojinho. Eu ando por aí, sempre seguindo, ouçam os burburinhos...

terça-feira, 29 de junho de 2010

Conquistas

Pronto, tenho duas coisas já. Um Blog e um Bores!

sexta-feira, 28 de maio de 2010

Dor de cabeça.


E o que é que "todo mundo" sabe mesmo? Ah claro, que nunca mais arrumei um namorado,e que por conta disso ando na boca de falatórios descarados! Sabe-se também , que por muito pouco crio uma relação conciliada até com o Advogado do Diabo! O que muita gente não quer saber é que cabe a mim e a outra parte envolvida, não ao que possam pensar, se vou ou não viver em guerra contigo! Porque és tão falsa a mim? Por nunca te trair? Nem a Você, Nem a Você, Nem a Você! A ninguém a não ser Aquele que jamais merecera. É... geralmente ao ponto em que se encontra e por quem fizemos, ninguém jamais merece! Mas o seguinte é: Na veia dramática e importante dos meus dias, correm muito mais que isso. Talvez o Pai tenha trocado a família velha por uma novinha em folha. Ou o Irmão, após sete anos e por motivos de Desilusão Amorosa, tenha se visto sozinho e vindo até a Irmã e dito: Eu sempre estive aqui, mas não contigo como deveria. Te amo! Pode ser que talvez também, a Mãe tenha encontrado uma saída no Álcool, por ter tido a decisão de sair do termo: "Casados"! É, e talvez bem talvez eu já quase morresse por já ter matado.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Detalhe

Agora me pergunto de que tanto era cheio, inundado até as bordas... Só sei isso, que era muito e durante muito tempo me arrancava daqui quando bem entendia. Hoje, deparo-me procurando, chego sempre a sentir a terra entre as unhas em seguida o sangue. Sinto-me ladeada das certezas mais incertas em bem sufocada do nada. Há algo de errado nesse peito a me batucar, parece por tudo, querer mostra-se servir. Ainda Ser, Vir.